Controle de Acesso para condomínios

Sistemas de Interfones, sistema de segurança e gestão de acesso a áreas restritas para Condomínios.

Porque ter um sistema de interfones com Controle de Acesso? Facilitar o gerenciamento de entrada e saída de pessoas nos condomínios, permitir ou não o acesso de funcionários ou condôminos em determinadas áreas e fazer a gestão destas informações.

Em que áreas do prédio pode ser implementado. O controle de acesso pode ser instalado nos portões externos para identificar moradores e visitantes, na entrada da garagem para gerenciar que carros podem ou não entrar, nas portas internas para gerenciar quem no condomío tem permissão para entrar naquela área, na entrada da Administração, nas portas de acesso a depósitos, saunas, etc.

Porteiro eletrônico – Uma opção é um sistema de interfones integrado ao Controle de Acesso que permite abrir fechaduras elétricas. O Sistema dá a opção de se dispensar o uso de chaves no Condomínio para destravar fechaduras elétricas. Uma vez que será usado senhas, cartões de aproximação ou biometria, para destravar as fechaduras elétricas. Isto pode representar uma grande economia em Condomínios com muitas portas com centenas de cópias de chaves.

Os acessos às áreas do condomínio podem ser feitos de diferentes formas: por biometria (impressão digital), tag veicular, controle remoto, tag de proximidade ou senhas, para destravar fechaduras elétricas.

Em grandes condomínos o sistema pode ser gerenciado por um software que mostra em tempo real informações detalhadas sobre os usuários, como fotos, placa dos veículos e locais acessados com data e hora.

Existem diferentes níveis de segurança que as tecnologias de controle de acesso oferecem.

Nível 1 usa somente o teclado de senha – sistema mais simples, libera o acesso por ser digitado uma senha em um teclado numérico.

Nível 2 usa teclado de senha e também o cartão de proximidade – para liberação da fechadura elétrica. O cartões ou tags tem um chip de identificação por radiofrequência (RFID).

Nível 3 usa leitor biométrico – nesse caso, o acesso é por reconhecimento das digitais, que é um dado único de cada indivíduo. Assim, as informações da pessoa são atreladas a sua digital, e a cada vez que ela for acessar o ambiente, deverá inserir a ponta do dedo no leitor.

Nível 4 usa o reconhecimento facial – é o mais preciso e o mais difícil de ser burlado. Isso porque a liberação é feita pela leitura da medição de pontos do rosto, como o comprimento da linha da mandíbula, tamanho do crânio, distância entre os olhos, largura do nariz, tornando-o muito mais confiável.

 

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